MARAMUNHÃ: O Eco do Apagamento e a Reinvenção do Mito
Ao iniciar as pesquisas para o roteiro, no entanto, esbarrei em uma barreira trágica. O profundo apagamento cultural e físico que os Manaus sofreram ao longo dos séculos de colonização não deixou registros intactos de suas narrativas ancestrais.
O calor como força narrativa: quando o clima molda destinos na literatura amazônica
Mais do que cenário, o clima me parecia uma condição material da existência, algo que organiza o trabalho, forja o cansaço, altera os humores e penetra nos vínculos humanos.
A literatura que confronta o leitor
A escrita de Monique Malcher transforma dor e sofrimento em poesia, ilustra que o ato de crescer pobre no Brasil é algo pago com a própria infância.
As manhãs são para quem as acha lindas
É incrível como nosso ser passa a perceber tudo em volta com o peso dos anos acumulando-se em nossas costas.
Vivemos entre cansaços e viagens imaginárias – um pouco de ficção sempre cai bem!
Sou encantada com esse livro, a capa é linda, tem ele sorrindo, de braços dados a amigos, bonita cena! Gosto de pensar que poderíamos ter sido amigos. É para isso que servem os poetas, afinal, tornam-se testemunhas da sua vida, da sua dor, da sua indignação…como no “Poema em linha reta”:
De autores a cinéfilos, conheça os colunistas de ‘Opinião’ do Amazônia Incrível
Com um time que reúne desde escritores consagrados, educadores até críticos de cinema apaixonados, o espaço oferece aos leitores um mosaico de perspectivas sobre cultura, meio ambiente, sociedade e o cotidiano nortista.
Latinamente Independente – por Luciano Amorim
Há tempos o carnaval vem sendo domesticado para caber em transmissões patrocinadas por bancos que jamais financiariam os corpos que sustentam a festa.
Por que a literatura também deve ser política?
O Amazônia Incrível apresenta a mais nova colunista: a escritora premiada Myriam Scotti.
Corpos em Liquidação – por Luciano Amorim
Há um momento, ninguém avisa quando, em que você deixa de ser o corpo desejado e passa a ser o corpo lembrado. Antes, era convite. Depois... vira arquivo.
Leyla Leong e Leila Plácido: duas gerações da literatura infantojuvenil no Amazonas
A literatura infanto-juvenil na região Norte do Brasil é atravessada pela fauna e flora local, temperada com o sobrenatural das nossas mizuras e encantados, algo caracterizado como o imaginário amazônico.