O portal Amazônia Incrível reforça seu compromisso com a pluralidade cultural e a potência literária brasileira ao anunciar a escritora, pesquisadora e editora Jadna Alana como sua mais nova colunista de vídeo. Vencedora do prestigioso Prêmio Kindle de Literatura 2025, Jadna chega para somar ao time de vozes do portal, trazendo reflexões profundas sobre as intersecções entre o território, a imaginação e as narrativas brasileiras.
Além de sua consagrada trajetória na ficção, Jadna Alana é apontada como a grande precursora nos estudos sobre o Regionalismo Fantástico no Brasil. O campo, que ela investiga e desenvolve de forma pioneira no cenário acadêmico nacional, ganha ainda mais força mercadológica sob sua liderança na editora Candeário, o primeiro selo editorial do país dedicado exclusivamente a esse gênero.
“A forma como as pessoas têm tido acesso às informações sobre o gênero, o que caracteriza ele, ou seja, o regionalismo fantástico, fica mais restrita a quem gosta de estudar mesmo, quem está na academia. E agora, com essa oportunidade, podemos alcançar mais pessoas e popularizar o gênero nas redes sociais”, disse Jadna.
Com uma escrita que costura a identidade regional a elementos do insólito, do mágico e do sobrenatural, a nova colunista promete transformar o espaço no portal em um ponto de encontro indispensável para leitores, acadêmicos e entusiastas da literatura. Em suas colaborações, Jadna deve explorar os bastidores do mercado editorial, a riqueza das mitologias locais retrabalhadas pela ficção contemporânea e os caminhos da produção independente no país.
Para o Amazônia Incrível, a estreia de Jadna Alana consolida o papel do veículo como um hub de valorização da produção intelectual e artística que pulsa fora dos grandes eixos tradicionais, conectando o público à vanguarda da literatura nacional.
Os vídeos de Jadna Alana serão publicados duas vezes por mês e estarão disponíveis diretamente na seção de Opinião do portal.
Sobre Jadna
Jadna Alana é paraibana, formada em Letras pela UEPB e mestre em Linguagem pela UFOP. Atua como profissional de texto na ALCE, sua marca editorial. Com a obra “Se tu me quisesse”, tornou-se finalista do Prêmio Kindle de Literatura (2022) e do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2023). Ganhou o Prêmio Marilia Arnaud com o conto “O menino de Imburana” e o Prêmio Carolina Maria de Jesus com “Barquinho de papel”, este que também foi vencedor do Prêmio Kindle de Literatura (2025). É precursora nos estudos sobre o Regionalismo Fantástico no Brasil, campo que pesquisa academicamente, e edita os títulos do selo Candeário, o primeiro no país dedicado exclusivamente a esse gênero.