Opinião
Por que a literatura também deve ser política?
O Amazônia Incrível apresenta a mais nova colunista: a escritora premiada Myriam Scotti.
O Labirinto do Curupira – por Nelson Falcão
O artista visual e professor Nelson Falcão é o mais novo colunista do Amazônai Incrível. "O que se segue não é, portanto, um exercício puramente intelectual sobre mitos distantes: é uma tentativa de dar forma escrita ao que a floresta, o rio e seus guardiões invisíveis têm a dizer."
Corpos em Liquidação – por Luciano Amorim
Há um momento, ninguém avisa quando, em que você deixa de ser o corpo desejado e passa a ser o corpo lembrado. Antes, era convite. Depois... vira arquivo.
Leyla Leong e Leila Plácido: duas gerações da literatura infantojuvenil no Amazonas
A literatura infanto-juvenil na região Norte do Brasil é atravessada pela fauna e flora local, temperada com o sobrenatural das nossas mizuras e encantados, algo caracterizado como o imaginário amazônico.
Caminhos da Ancestralidade e a moda que nasce da floresta
Eglisson apresenta sua terceira grande coleção mostrando que a moda amazônica não precisa escolher entre tradição e modernidade.
MAPINGUARI: o eco de sangue e memória – por Evaldo Vasconcelos
Os relatos sobre sua aparência variam conforme o rio, a aldeia ou o narrador. Em algumas versões, ele surge como um gigante coberto por longos pelos escuros, e possui um único olho no meio da testa e uma imensa boca aberta na altura do umbigo.
Mais chances para o Brasil? Entenda as mudanças no Oscar 2027
Premiação atualiza regulamento e adota medidas mais restritivas contra IA; confira
Fórum de Educação Escolar e Saúde Indígena: comemoração e celebração – por Estélio Munduruku
Celebrar os 12 anos do Fórum de Educação Escolar e Saúde Indígena é reconhecer a força coletiva das lideranças, dos professores, agentes de saúde, anciãos, jovens e mulheres indígenas que nunca deixaram de lutar.
MANOA: o império perdido da Amazônia
Toda sexta vamos publicar uma lenda ou mito das Amazônias.
Entre o mito e o concreto
Ser amazônida no século XXI é aprender, desde cedo, a existir em duas camadas: a que se vive e a que inventam sobre você.