O brilho da floresta: mulheres nortistas transformam tradição em negócios de impacto; veja vídeo

No Norte do Brasil, o artesanato é um elo vital com a terra. Mulheres indígenas, camponesas e urbanas utilizam matérias-primas sustentáveis para dar vida a peças que narram a vivência amazônida.
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*Colaboração de Alana Vieira – repórter do Amazônia Incrível em Porto Velho/RO

Porto Velho, RO – No coração da Amazônia, o empreendedorismo feminino floresce em formas, cores e texturas únicas. O que antes era visto apenas como uma atividade doméstica ou passatempo, hoje assume o protagonismo econômico: o artesanato. As mãos que tecem e esculpem na nossa região carregam um peso que vai muito além da técnica; elas carregam histórias, ancestralidade e identidade.

No Norte do Brasil, o artesanato é um elo vital com a terra. Mulheres indígenas, camponesas e urbanas utilizam matérias-primas sustentáveis para dar vida a peças que narram a vivência amazônida. Um exemplo disso é a Flor de Maracujá Modas. Queile Castro conversou com o Amazônia Incrível e falou sobre as peças e a ideia de sustentabilidade, moda e consciência.

Veja vídeo:

 

Fibras naturais (como o tucumã e o buriti);

Sementes nativas que se tornam biojoias;
Argila e madeira que ganham formas ancestrais.

Mais que arte, autonomia

Para muitas dessas mulheres, o manejo dos saberes tradicionais tornou-se uma ferramenta de emancipação. Transformar o conhecimento passado de mãe para filha em um modelo de negócio sustentável permite que a cultura local resista às pressões do tempo e da globalização.

“Manter viva uma prática geracional é um ato de resistência. Quando uma mulher nortista vende sua arte, ela está exportando um pedaço da nossa floresta e da nossa alma para o mundo.”

O cenário em Porto Velho

Na capital rondoniense, feiras e cooperativas têm se tornado vitrines essenciais. O desafio agora é a profissionalização: unir o saber ancestral às ferramentas digitais de venda, garantindo que o valor justo chegue a quem realmente cria.

 

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