A Mostra de Filmes Amazonenses – Djalma Limongi Batista: Um Sonho Brasileiro teve abertura na noite de quarta-feira (11), no Cineteatro Guarany, localizado na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, no Centro, zona sul de Manaus. A programação reúne obras que marcaram a trajetória do cineasta amazonense.
A mostra é realizada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, e segue até sábado (14), com exibições gratuitas.
A sessão de abertura apresentou o longa “Brasa Adormecida” (1986), drama que acompanha a história de três primos que cresceram juntos e passam por um conflito quando a jovem do grupo decide se casar com um deles.
O filme reúne nomes do cinema brasileiro como Maitê Proença, Edson Celulari, Paulo César Grande e Grande Otelo, além de trilha sonora composta por Tom Jobim.
Curadoria destaca relação do diretor com Manaus
A curadoria da mostra é assinada por Edith Limongi Batista, irmã do cineasta. Ela acompanhou a trajetória artística do diretor e destacou a relação das obras com memórias vividas por ele na capital amazonense.
“Ele nasceu em Manaus e levou muito dessas memórias para o cinema. Muitas das histórias que ele conta nos filmes vêm da infância e da juventude vividas aqui, recriadas pela visão artística dele”, afirmou.

Segundo a curadora, os filmes de Djalma Limongi Batista foram exibidos em festivais e mostras e fazem parte da história do cinema nacional. A mostra também busca apresentar essas produções a novos públicos.
Programação segue até sábado
A programação continua nesta quinta-feira (12), às 18h30, com a exibição do filme “Bocage, o Triunfo do Amor” (1997), com classificação indicativa de 16 anos. O longa acompanha a trajetória do poeta português Manuel Maria du Bocage, que percorre diferentes lugares em busca de aventuras amorosas.
Na sexta-feira (13), às 18h30, será exibido “Autovideografia”, com classificação livre. O registro documental apresenta um ensaio autobiográfico sobre a trajetória do ator Walmor Chagas.
A mostra encerra no sábado (14) com o filme “Asa Branca” (1981), com classificação indicativa de 12 anos. A obra acompanha a história de um jogador de futebol que sai do interior de São Paulo e alcança destaque em uma Copa do Mundo, passando a lidar com a fama e novos interesses ao longo da carreira.