Dira Paes encontra Julia Roberts em Hollywood durante divulgação do filme “Manas”

Dira Paes encontra Julia Roberts em Hollywood durante a divulgação do filme 'Manas', uma produção brasileira pré-selecionada para disputar o Oscar 2025.
Redação Amazônia Incrível
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A estrela norte-americana foi anfitriã de uma sessão exclusiva realizada no último sábado.

A atriz brasileira Dira Paes esteve em Hollywood no último fim de semana ao lado de Julia Roberts para promover “Manas”, novo longa da diretora Marianna Brennand, do qual a paraense faz parte do elenco. A estrela norte-americana, vencedora do Oscar em 2001 por “Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento”, foi anfitriã de uma sessão exclusiva realizada no sábado (14/9), que contou também com a presença do ator Sean Penn, produtor executivo do filme.

Em entrevista ao GLOBO, Dira destacou a emoção de dividir o momento com Roberts. “Foi emocionante ouvir da própria Julia, olhando nos meus olhos e segurando minhas mãos, o quanto ela estava tocada com o nosso trabalho, e depois receber generosamente aquele abraço sincero de quem diz: ‘estamos juntas!”, disse.

Durante a exibição, Roberts se dirigiu ao público ressaltando a força da obra. “Estou muito animada com o que está prestes a acontecer com todos nesta sala, porque aconteceu comigo e vai transformar vocês. Este filme é uma afirmação da vida de uma forma tão triste, bonita e mágica”, declarou.

Filme pré-selecionado ao Oscar

“Manas” é um dos filmes brasileiros pré-selecionados para disputar uma vaga ao Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional. O título escolhido será anunciado nesta segunda-feira (15).

O longa acompanha Marcielle (Jamilli Correa), uma menina de 13 anos da Ilha de Marajó, que enfrenta as engrenagens de violência da família e da comunidade onde vive. A produção já está disponível no Globoplay, para assinantes Telecine.

Segundo Marianna Brennand, o maior desafio foi tratar do tema do abuso sem recorrer a mais violência. “A ficção abriu portas para construir personagens complexos e não tratar nada superficialmente. Foram dez anos de pesquisa”, afirmou. “As violências são silenciadas por quem faz e por quem sofre. Muitas mulheres nem percebem que estão em situação de abuso; outras têm medo ou vergonha de falar.”

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