A energia da cultura amazonense tomará conta do Anfiteatro do Centro Cultural Povos da Amazônia (CCPA) nesta sexta-feira, 11 de julho, a partir das 20h, com a abertura oficial da 67ª edição do Festival Folclórico do Amazonas. Para dar início à festa, o palco será comandado por talentos da terra: o cantor George Japa, o DJ Evandro Jr. e a banda Xiado da Xinela. A entrada é gratuita.
Os shows marcam o pontapé inicial de uma das maiores celebrações da cultura popular do Norte do país, antecipando as aguardadas apresentações dos grupos folclóricos da Categoria Ouro, que começam no sábado (12) e seguem até o dia 23 de julho, também no CCPA. Nos dias 25 e 26, a festa se transfere para o Sambódromo, com a tradicional disputa entre os bois-bumbás de Manaus.
De acordo com Cacau Calderaro, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a escolha por artistas locais na abertura reforça a identidade do festival. “Nada mais justo do que valorizarmos os nossos talentos. Esses artistas são parte viva da cultura popular do Amazonas e têm papel fundamental na preservação dessa tradição”, afirmou.
Cacau destaca ainda que o Festival Folclórico do Amazonas cresce a cada edição, tanto em público quanto em relevância cultural. “É bonito ver como a comunidade se envolve, como o festival movimenta as associações folclóricas e gera pertencimento. Em 2025, a expectativa é ampliar ainda mais esse alcance e continuar celebrando nossas raízes com orgulho e alegria”, completou.
Atrações da noite

Com início às 21h15, o cantor George Japa sobe ao palco para animar o público com um repertório vibrante, que mistura os ritmos que embalam as festas populares do estado. Conhecido por sua presença marcante e sucessos regionais, o artista promete uma apresentação cheia de energia.
Logo em seguida, às 22h55, o DJ Evandro Jr. assume as pickups e esquenta a pista, preparando o terreno para a banda Xiado da Xinela, que encerra a noite com muito forró e promete não deixar ninguém parado.
A programação da 67ª edição do Festival Folclórico do Amazonas celebra não apenas o folclore, mas também a força da música e da arte produzida no estado. Uma festa que, mais do que espetáculo, é um ato de resistência e afirmação cultural.