Estilista criou coleção de óculos inspirado na Amazônia além de criar ação de plantio de mudas em extinção.
Morreu nesta quinta-feira (04) o estilista italiano Giorgio Armani, mundialmente reconhecido pelo seu estilo minimalista e icônicos ternos, que marcaram o cinema em produções como Gigolo Americano (1980), com Richard Gere, Os Intocáveis e Beleza Roubada, de Bernardo Bertolucci.
Além de revolucionar a moda, Armani também lançou projetos sustentáveis, como a coleção de óculos escuros “Preserve Amazônia”. Lançada em 2021, a linha traz três modelos unissex inspirados na vegetação amazônica, com armações produzidas em acetato reciclável, natural e biodegradável, feito a partir de celulose.


A preocupação ambiental se estendeu às embalagens, confeccionadas com poliéster e papel reciclados. Como parte do projeto, a marca se comprometeu a plantar 2.500 mudas de árvores nativas em risco de extinção em áreas da Floresta Amazônica. Assim como, no norte de Mato Grosso e no Parque do Xingu, reforçando a importância da conservação ambiental na região.
Portanto, o legado de Giorgio Armani vai além do minimalismo elegante. Afinal, combina moda, cinema e sustentabilidade, deixando uma marca histórica no mundo da moda e na proteção do bioma amazônico. O estilista deixou uma fortuna estimada em cerca de US$ 12 bilhões.