Após quase 2 anos, exposição de fósseis no laboratório da UFAC reabre para o público

Laboratório de Pesquisas Paleontológicas da UFAC, em Cruzeiro do Sul, volta a receber visitantes com acervo que revela a pré-história da Amazônia acreana.
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Depois de quase dois anos fechada para visitação, a exposição de fósseis do Laboratório de Pesquisas Paleontológicas da Universidade Federal do Acre (UFAC) foi oficialmente reaberta ao público. A iniciativa marca uma nova fase de aproximação entre a comunidade e a ciência, permitindo que estudantes, famílias e visitantes conheçam de perto vestígios da pré-história acreana que ajudam a contar a evolução geológica da região.

O acervo reúne peças que representam a paleofauna que habitou a Amazônia há milhões de anos — fósseis de répteis gigantes, quelônios e outras espécies já estudadas pelos pesquisadores da UFAC. A exposição faz parte das atividades do Laboratório de Pesquisas Paleontológicas (LPP), no campus da instituição, e destaca a importância das pesquisas científicas realizadas no estado, que colocam o Acre em evidência em estudos paleontológicos.

As visitas são realizadas de forma guiada, com explicações e contextualização sobre as peças expostas, enriquecendo a experiência educativa e interativa para todos os públicos. Para agendar a visita, os interessados devem entrar em contato por e-mail (labpaleonto.ufac@gmail.com), ou por meio das redes sociais do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação da UFAC (@ipp.ufac).

A reabertura da exposição ocorre em um momento de ampliação das atividades científicas na universidade — que recentemente inaugurou novos espaços de pesquisa e formação, incluindo laboratórios voltados à paleontologia, tecnologia do café e gestão socioambiental no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. Essa expansão reforça o compromisso da UFAC com a ciência aplicada e com a formação de novos pesquisadores na Amazônia Sul-Ocidental.

Para a comunidade acadêmica e visitantes, a exposição representa uma oportunidade única de aprendizado sobre a história natural da Amazônia, destacando não apenas o valor científico dos fósseis, mas também seu potencial como ferramenta de educação e inspiração para futuras gerações.

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