Boi Caprichoso celebra livros que preservam a história e a cultura da Nação Azul e Branca

Boi Caprichoso homenageia obras literárias que preservam a história e a cultura da Nação Azul e Branca.
Redação Amazônia Incrível
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No Dia Nacional do Livro ocorrido em 29 outurbo, o Boi Caprichoso prestou homenagem às obras literárias que ajudam a contar, preservar e fortalecer a história da Nação Azul e Branca — uma trajetória marcada pela arte, pela tradição e pelo amor ao Festival de Parintins.

Entre os títulos celebrados, está “Tempo de Retomada”, da poeta e pesquisadora Macuxi Trudruá Dorrico. A obra, que inspirou o tema do Festival de Parintins 2025, traz uma reflexão sobre ancestralidade e resistência cultural.

Boi Caprichoso celebra livros que preservam a história e a cultura da Nação Azul e Branca

Outro marco na bibliografia caprichosa é Caprichoso: A Terra é Azul” (1999), de Andreas Valentin e Paulo José Cunha. O livro é considerado o primeiro grande registro dos modos de viver e fazer arte da nação azul e branca, documentando o cotidiano e os bastidores da cultura parintinense.

Boi Caprichoso celebra livros que preservam a história e a cultura da Nação Azul e Branca

“O Livro da Toada: Uma Antologia Caprichoso”, de Diego Omar da Silveira e Roberto Sena, reúne todas as toadas que marcaram a história do boi. Fruto de uma extensa pesquisa, a obra traz ainda um encarte fotográfico com cantadores e compositores que deixaram seu nome na história do Touro Negro.

Boi Caprichoso celebra livros que preservam a história e a cultura da Nação Azul e Branca

A nova geração também encontra espaço com “Caprichoso: Uma História em Quadrinhos”, projeto voltado ao público infantojuvenil, coordenado pelo professor Diego Omar da Silveira, diretor do CEDEM (Centro de Documentação e Memória do Boi Caprichoso). A HQ é fruto da parceria entre o Boi Caprichoso e o Estúdio Buritii, e conquistou o 9º Prêmio ABEU (2023) após ser contemplada pelo Prêmio Amazonas Criativo.

Entre as obras que exaltam personagens fundamentais da trajetória azul e branca está “Estrelas de um Centenário”, de Odinéa Andrade, madrinha do boi. O livro é um mosaico de memórias que revela a generosidade e a força de quem ajudou a transformar o Caprichoso em um símbolo popular e vencedor.

Encerrando a lista, “Caprichoso, o Livro das Lendas” faz parte da coleção “Bumbás de Parintins, nosso patrimônio”, organizada por Diego Omar da Silveira, Thayron Rodrigues Rangel e Roberto Sena. O livro resulta do trabalho de pesquisa e curadoria do CEDEM, que desde 2021 atua na preservação da memória do boi. A publicação reúne as lendas levadas pelo Caprichoso à arena do Bumbódromo desde 1996.

Portanto, em um dia dedicado aos livros, o Boi Caprichoso reforça seu compromisso com a cultura e a literatura que fazem pulsar a alma azul e branca de Parintins. Que a data siga inspirando novas histórias e fortalecendo a identidade amazônica.

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