O momento inusitado foi gravado em 2024, e viralizou nas redes sociais esta semana, especialmente no tiktok.
Três jovens tem chamado ateção nas redes sociais ao divulgarem um vídeo estando no topo da pilastra principal da Ponte Jornalista Phelippe Daou, que atravessa o Rio Negro em Manaus. As imagens gravadas em 2024, começaram a circular na última semana e mostram o grupo realizando diversas manobras em meio à estrutura.
Em uma das cenas, um dos rapazes aparece operando um drone que registra o momento. Outro chega a se pendurar no para-raios da torre, senta-se à beira da pilastra com as pernas para fora e até prepara uma bebida com ervas e gelo a dezenas de metros de altura. O trio também foi filmado praticando rapel — técnica de descida vertical com cordas — no alto da construção.
As imagens, que rapidamente viralizaram após republicações em diversos perfis, geraram repercussão dividida entre internautas. “A que ponto as pessoas chegam para ganhar visualizações”, criticou um usuário. Já outro comentou: “Que lindo isso. Galera da hora”. Houve também quem questionasse como o grupo conseguiu acesso à estrutura: “Tá, e como conseguiu subir aí? Sem autorização?”.
Especialistas alertam que o rapel é uma prática de aventura que exige equipamentos adequados, cuidados rigorosos de segurança e, em muitos casos, autorização prévia para sua realização em áreas públicas. A escalada em estruturas como a ponte, além de arriscada, pode configurar infração caso não haja liberação oficial.
Entre os jovens, estava o artista polonês Marcin Banot. Ele é muito conhecido por praticar rapel, escalando em vários arranha-céus ao redor do mundo. Ele é alvo de muitas polêmicas, em junho de 2024, ele chegou a ser preso na Argentina após escalar um edifício de 30 andares em Buenos Aires. Ele, sem nenhum equipamento de segurança, escalava e ainda chega a preparar uma bebida a base de mate no topo da Ponte Rio Negro.

Ao alcançar o topo da Ponte Rio Negro, o polonês Marcin fez críticas à obra. Ele questionou a ausência de acesso estruturado até a parte superior da ponte, lembrando que a construção custou cerca de R$ 1 bilhão. Marcin também apontou possíveis falhas na iluminação, mencionando lâmpadas que estariam queimadas. Segundo ele, não há escadas que permitam que “as pessoas possam subir” de forma adequada.