A partir desta sexta-feira, 18 de julho, o 67º Festival Folclórico do Amazonas inicia sua reta final com uma programação intensa de danças folclóricas, que seguem até o dia 23 de julho, no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA), localizado no Distrito Industrial, em Manaus. Todas as apresentações têm entrada gratuita e começam sempre às 20h.

Com um palco dedicado à valorização da cultura popular amazonense, o festival apresenta neste fim de semana e início da próxima semana grupos folclóricos tradicionais, com destaque para garrotes, cacetinhos e danças regionais e nordestinas, representando a diversidade cultural do Estado.
Atrações desta sexta-feira (18/07)
Na noite de sexta, o público poderá conferir seis grupos:
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Garrote Regional Renascer
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Dança Nordestina Cabras do Capitão Rufino
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Cacetinho Waimiri Atroari
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Dança Nordestina Cabras do Capitão Silvino
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Dança Regional Serafina
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Dança Nordestina Nordeste Sangrento
As apresentações destacam elementos como a religiosidade popular, o cotidiano do povo do interior, e o resgate da história de comunidades tradicionais da Amazônia.
Festival segue até 23 de julho no CCPA
O evento, promovido pelo Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, continua até terça-feira (23/07), com apresentações diárias e a presença de grupos de várias zonas da cidade. Além da arena principal, o espaço conta com estrutura acessível para pessoas com deficiência, segurança, praça de alimentação e banheiros.
Encerramento com os bois no Sambódromo
Após o encerramento no CCPA, o festival ganha um novo palco: o Sambódromo de Manaus, que nos dias 25 e 26 de julho será tomado pelas apresentações dos tradicionais bois-bumbás de Manaus, em um grande espetáculo que celebra a força da cultura regional.
Cultura, tradição e acesso gratuito
Com mais de seis décadas de história, o Festival Folclórico do Amazonas é uma das manifestações culturais mais importantes da região Norte. Além de entreter, o evento cumpre um papel social ao dar visibilidade a grupos comunitários, promover a inclusão e fortalecer as expressões culturais das periferias.